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Calculadora de Pensão Alimentícia

Estime o valor da pensão alimentícia aplicando um percentual sobre o salário mínimo ou outra base de cálculo, com o rateio ilustrativo entre os filhos — uma primeira referência antes de um acordo ou de uma ação judicial.

Matheus Bavaresco

Criação

Giuliane Bonetti

Revisão profissional

Atualizado em 17 de setembro de 2026

Usando o salário mínimo nacional vigente: R$ 1.621,00.

Não há percentual fixo em lei — 15% a 30% são faixas comuns na prática, mas o juiz pode fixar outro valor conforme o caso.

Preencha o percentual acima pra ver a estimativa.

Este é apenas um cálculo estimado, para fins educacionais — não substitui os valores firmados formalmente entre as partes envolvidas. Sempre valide o resultado com um profissional (contador, advogado) antes de tomar qualquer decisão. Não existe fórmula legal fixa pro valor da pensão — o juiz decide caso a caso pelo binômio necessidade (de quem recebe) x possibilidade (de quem paga), podendo fixar um valor bem diferente do calculado aqui. O percentual e a base de cálculo usados nesta simulação são só referências comuns na prática, não um piso ou teto definido em lei.

Base legal
  • Código Civil, art. 1.694, §1º — os alimentos são fixados na proporção das necessidades de quem recebe e das possibilidades de quem paga (binômio necessidade-possibilidade).
  • Código Civil, art. 1.695 — os alimentos são devidos quando quem os pretende não tem meios de se sustentar e quem paga pode fornecê-los sem prejuízo do próprio sustento.
  • Código Civil, art. 1.699 — o valor fixado pode ser revisado judicialmente se a situação financeira de qualquer das partes mudar depois.
  • Lei 8.069/1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), art. 22 — dever dos pais de sustento, guarda e educação dos filhos menores.
Ainda sem avaliações — seja o primeiro!

Como funciona a calculadora, na prática

R$ 1.621,00

salário mínimo vigente

O que entra no cálculo da pensão alimentícia

Entenda por que não existe um único valor correto e o que costuma pesar na decisão.

Binômio necessidade x possibilidade

A lei não fixa um percentual — o juiz decide caso a caso pesando as necessidades de quem recebe e as possibilidades de quem paga (Código Civil, art. 1.694, §1º). Esta calculadora só aplica o percentual que você escolher.

Percentuais comuns na prática

Entre 15% e 30% do rendimento é a faixa mais usada em acordos e decisões, mas não é regra: casos com mais filhos, renda muito alta/baixa ou necessidades específicas podem fugir bastante dessa faixa.

Base de cálculo

Pode incidir sobre o salário mínimo, a renda líquida, a renda bruta ou outra base definida em acordo/decisão — escolha o valor que reflete o que foi (ou será) combinado no seu caso.

Rateio entre os filhos

O valor total dividido igualmente entre os filhos é só uma referência — na prática, o juiz pode considerar necessidades diferentes entre eles (idade, saúde, educação) em vez de uma divisão exatamente igual.

Dicas antes de fechar um valor de pensão

  • Reúna comprovantes de renda (contracheque, declaração de IR, extratos) de quem vai pagar — é a base de qualquer negociação ou ação, e a falta desses documentos costuma atrasar o processo.
  • Liste as despesas reais do filho (escola, plano de saúde, alimentação, transporte) — elas ajudam a justificar o percentual pedido, além do salário mínimo puro.
  • Se a renda de quem paga mudar bastante depois da pensão fixada (pra mais ou pra menos), é possível pedir revisão judicial do valor (Código Civil, art. 1.699).
  • Sempre que possível, um acordo (extrajudicial ou homologado em juízo) costuma ser mais rápido e menos desgastante do que uma ação judicial — mas o valor combinado ainda pode ser revisto depois, se as circunstâncias mudarem.

Perguntas frequentes sobre pensão alimentícia

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